A segurança digital pode variar dependendo da situação. Entrar em uma conta pelo celular usado todos os dias é diferente de realizar uma operação sensível a partir de um aparelho desconhecido.

Contextualizando a autenticação

Além de saber quem está acessando, é possível observar informações sobre o dispositivo, o comportamento e o contexto da operação. A inteligência de dispositivo, por exemplo, ajuda a identificar características do aparelho, histórico de uso e sinais que podem indicar comportamentos suspeitos.

A combinação desses dados com informações de identidade e biometria permite avaliar a situação de forma mais ampla, sem que um único indicador determine, isoladamente, se uma interação é fraudulenta.

Quando é preciso verificar novamente?

Uma mudança relevante de contexto pode justificar uma etapa adicional de autenticação. Trocar de aparelho, apresentar um comportamento diferente do habitual ou realizar uma operação mais sensível são exemplos de situações em que o nível de validação pode aumentar.