Após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ficar atrás de Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno da disputa presidencial, a campanha petista recalculou a rota para o segundo turno. A diferença entre os candidatos no primeiro turno foi a menor já registrada desde a redemocratização, com Lula recebendo 45,16% dos votos válidos e Bolsonaro 47,03%, uma distância de apenas 1,87 ponto percentual.
A campanha petista montou uma sala de situação no QG em Brasília, liderada pelo secretário de Organização do PT, Laércio Ribeiro de Oliveira. O grupo, que incluía o senador Camilo Santana (PT-CE) e o presidente do PT, Edinho Silva, analisava dados para definir estratégias específicas por região.
A sala de situação foi montada em 5 de outubro, um dia após o primeiro turno, e era composta por seis integrantes na sala física e mais dez na central de relacionamento virtual. A campanha também contou com a entrada de três políticos nordestinos: o senador Camilo Santana como coordenador político, o senador Rui Costa na coordenação da agenda e Rafael Fonteles na coordenação da comunicação.
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