Cirurgias estéticas no exterior, frequentemente promovidas como pacotes de sol, mar e cirurgia, podem apresentar sérios riscos, segundo especialistas. O britânico Nora Nugent, consultora de cirurgia plástica e ex-presidente da Associação Britânica de Cirurgia Estética, destaca que os riscos começam no momento do voo e persistem após o retorno, até a completa recuperação.

Riscos associados à viagem e falta de cuidados pós-operatórios

Ao viajar para países como Turquia, os pacientes correm riscos além da sala de operações, incluindo a formação de coágulos sanguíneos durante o voo. Além disso, a ausência de acompanhamento médico pessoal após a cirurgia é um grande problema.

Campanha visa orientar pacientes

A Colégio Britânico de Medicina Estética lançou uma lista de verificação como parte da campanha 'vet it before you get it', destinada a ajudar potenciais pacientes a tomar decisões mais seguras e informadas sobre cirurgias estéticas no exterior. Dentre as recomendações, estão a verificação dos currículos dos cirurgiões, a identificação de instalações de emergência próximas ao local da cirurgia e a averiguação da cobertura de seguro médico.