No último fim de semana, o presidente serbio Aleksandar Vučić e o primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán estavam em posições de poder indiscutíveis. No entanto, menos de um ano depois, ambos foram derrubados por movimentos estudantis e ações democráticas.

Mobilização e tecnologia

A vitória foi conquistada por movimentos estudantis em ambas as nações, que usaram tecnologia avançada para mobilizar eleitores e monitorar votações. EmHungria, a taxa de participação foi de 79%, enquanto em Sérvia foi de 69%. A mobilização foi liderada por jovens adeptos de ferramentas de inteligência artificial (IA) para identificar ameaças à votação e prevenir fraudes eleitorais.

Parcerias internacionais e amizades

Antes das eleições, grupos civis húngaros enviaram monitores eleitorais para a Sérvia, compartilhando experiências e métodos de monitoramento. Uma estratégia crucial envolveu a identificação de 'zonas infectadas' - locais onde o número surpreendente de votos para o governo sugeriu a utilização de técnicas de intimidação ou fraude eleitoral.