Noruega e Rússia foram palco de intensas negociações diplomáticas nesta semana, mas as conversas entre representantes americanos, europeus e ucranianos não trouxeram avanços significativos para encerrar a guerra na Ucrânia.
Conversas em Oslo e St. Petersburgo
No dia 17 de outubro, em Oslo, o primeiro-ministro norueguês descreveu as negociações como 'boas e construtivas'. Enquanto isso, em St. Petersburgo, o especialista em assuntos internacionais dos Estados Unidos, Steve Witkoff, discutiu possibilidades de um encontro tripartite entre os líderes dos três países.
Contudo, Vladimir Putin, presidente russo, demonstrou pouco interesse em se encontrar com Volodymyr Zelensky, a menos que isso ocorra em Moscou. O Kremlin indicou que pode retomar negociações tripartidas em dezembro, mas apenas em nível técnico.
Reações e perspectivas
Vários comentaristas destacaram que Vladimir Putin não se sente pressionado para encerrar a guerra. Ele reconhece a fragilidade das defesas aéreas ucranianas e a aproximação do inverno, além de apreciar a relação mais próxima estabelecida entre Donald Trump e Vladimir Putin.
Em entrevista, o parlamentar russo Evgeny Popov afirmou que Trump é o único líder ocidental que está 'fazendo algo pela paz', embora essa paz seja sob condições favoráveis à Rússia.
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