O dólar caiu cerca de 1% e encerrou setembro com pequena baixa, enquanto a bolsa avançou quase 1,5% no pregão e acumulou alta de pouco mais de 5% no mês. O comportamento dos mercados foi influenciado principalmente pelos dados de inflação dos Estados Unidos, que ficaram abaixo das expectativas, reduzindo a pressão por novas altas de juros pelo Federal Reserve. No Brasil, o cenário eleitoral e a formação da taxa de câmbio de fim de mês também contribuíram para os negócios.
O principal fator externo para o comportamento do câmbio foi a divulgação dos dados de inflação dos Estados Unidos. O núcleo do índice de preços de gastos com consumo (PCE) subiu 0,2% em agosto, abaixo da expectativa de 0,3%. O PCE cheio avançou 0,3% no mês, abaixo da projeção de 0,4%. Os dados reduziram as apostas em uma nova elevação dos juros estadunidenses em outubro e pressionaram os rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos.
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