A campanha do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou o canal 'Exército do Lula', administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta terça-feira (13).

Desafios legais

O caso teve início na quarta-feira (7) quando a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) protocolou uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral no TSE pedindo a suspensão do canal.

Neste processo, a campanha alegou que a página estaria compartilhando conteúdos já classificados como falsos pela Justiça Eleitoral.

Decisões divergentes

No sábado (10), o corregedor-geral eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, pediu mais informações à campanha de Flávio e uma manifestação da equipe de Lula. Logo depois, a campanha de Flávio entrou com uma nova ação alegando que a Meta, empresa responsável pelo WhatsApp, não estaria cumprindo o plano de conformidade firmado com a Justiça Eleitoral.

Na manhã do domingo (11), o ministro Nunes Marques determinou a suspensão do canal, alegando que ele utilizava estruturas para replicar conteúdos já considerados inverídicos pela Corte.