Na quinta-feira, um novo caso de suposto estupro coletivo no campus de Cornell University gerou tensão significativa entre estudantes e funcionários. Normalmente, o campus é conhecido por sua beleza autunnal, com folhas douradas enfeitando prédios históricos situados em colinas de New York. No entanto, a investigação sobre o suposto estupro coletivo em 2024 tem criado um clima de revolta e preocupação.
Em uma assembleia organizada pelos alunos, muitos exigiram mudanças drásticas na administração da universidade. Alguns chamaram a falta de justiça de uma 'vergonha' e expressaram vergonha pela prestigiosa instituição.
Detalhes do caso
A acusadora, conhecida apenas como Jane Doe, entrou com uma ação civil contra a universidade em 16 de setembro, alegando que foi dopada e estuprada em uma casa de fraternidade em 2024. Ela afirma que a universidade falhou em protegê-la e punir adequadamente os envolvidos. Os acusados são conhecidos como o 'Cornell Seven'.
Investigações e ação governamental
Em resposta, a universidade concordou em realizar uma investigação independente. Além disso, o governador de Nova York, Kathy Hochul, nomeou a procuradora geral Letitia James como promotora especial no caso, substituindo o distrital Matthew Van Houten. Van Houten havia inicialmente concluído que a evidência não era suficiente para acusações criminais, mas reabriu a investigação criminal em vista da nova ação civil.
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