O governo jordaniano reconheceu nesta semana que civis foram mortos durante a operação aérea contra o Estado Islâmico em áreas próximas à fronteira com o país.
Conflito e reações
A operação ocorreu em resposta a um ataque terrorista contra uma cerimônia fúnebre em um templo grego ortodoxo jordâneo, que resultou em nove mortes. No entanto, autoridades sírias negaram essas afirmações, informando que sete pessoas, incluindo três crianças e uma mulher, morreram nas ações.
Um cidadão local relatou ter perdido sua esposa, filho e três netos em um dos ataques, que atingiram sua casa em uma vila na fronteira síria.
Posicionamento jordaniano
O ministro da Comunicação jordaniano, Mohammed al-Momani, admitiu as mortes civis e afirmou que o país sempre busca evitar danos a civis. Ele destacou que as operações foram realizadas com base em inteligência de campo para neutralizar ameaças terroristas.
As autoridades sírias condenaram as ações como uma violação de seu espaço aéreo e anunciaram uma investigação.
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