A União Europeia (UE) está adotando uma postura mais assertiva em relação às importações chinesas, em resposta ao crescente descontentamento dos eleitores com políticas globalistas que prejudicaram a base industrial europeia.

O presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que a UE está pronta para tomar medidas, incluindo novos salvaguardas, em resposta às demandas das indústrias locais.

Objetivo de reduzir déficit comercial

A proposta visa restringir as importações de produtos químicos, móveis e equipamentos chineses, ampliando esforços para proteger fabricantes domésticos e reduzir o enorme déficit comercial com a China, que atinge US$ 404 bilhões.

Risco de retaliação chinesa

A UE deve discutir com seus parceiros chineses sobre comércio no início do próximo ano, mas corre o risco de provocar retaliações de Pequim, que pode impor restrições de exportação de matérias-primas críticas e magneto-permanentes.