Neste verão, considerado o mais quente desde 1894, cerca de dois terços dos americanos afirmaram que as alterações climáticas estão aumentando o risco de doenças relacionadas ao calor, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Centro de Política Pública Annenberg da Universidade da Pensilvânia.
A pesquisa, conduzida entre 4 e 17 de agosto de 2026, envolveu 1.904 adultos americanos e revelou que 76% dos entrevistados relataram que o calor extremo afetou suas atividades diárias no último ano. Além disso, 38% disseram que a qualidade do ar ruim, resultante de fumaça de incêndios florestais, também teve impacto.
Os dados indicam que a frequência e intensidade das ondas de calor estão aumentando, com 62% dos americanos acreditando que as ondas de calor nos Estados Unidos estão se tornando mais frequentes e intensas.
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