A China adquiriu 650 mil onças de ouro em agosto, o maior volume desde 2023, elevando suas reservas para 76,73 milhões de onças, segundo dados divulgados pela central bancária.
A aquisição representa um aumento de 20 toneladas em relação ao mês anterior e estende a sequência de compras do Banco Central Popular da China (PBOC) a 22 meses consecutivos, o mais longo período desde que a instituição começou a divulgar dados mensais.
A participação do ouro nas reservas internacionais da China agora chega a cerca de 10% de seus aproximadamente US$ 3,4 trilhões em reservas externas, ainda muito abaixo dos 60% a 70% mantidos pelos principais bancos centrais ocidentais.
A decisão de adicionar ouro às reservas foi motivada pelo congelamento de US$ 300 bilhões em reservas do banco central russo após a invasão ucraniana em 2022, levando os gestores de reservas a considerar o ouro como uma alternativa segura.
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