Na última semana, China criticou a ideia de que está envolvida em uma 'competição maligna' em relação à inteligência artificial (IA), após comentários de executivos de empresas de IA dos Estados Unidos.
Em declarações à imprensa, Guo Jiakun, porta-voz do ministério das Relações Exteriores chinês, afirmou que 'narrativas de ameaça, confronto e competição maligna servem apenas para perturbar o processo de governança global da IA e não beneficiam ninguém'.
Desafios na governança global da IA
Ao mesmo tempo, especialistas indicam que um acordo entre os dois principais potências em IA - EUA e China - é improvável devido às diferenças de interesses nacionais.
Chang Jun Yan, professor assistente do programa de Estudos Militares da Universidade S Rajaratnam de Estudos Internacionais em Singapura, afirma que cooperação mais lenta e segura em relação à IA é 'extremamente improvável'.
Rivalidade econômica e tecnológica
A IA agora está no centro da rivalidade entre EUA e China, duas economias globais líderes. Apesar de restrições de exportação de chips, a inovação IA chinesa tem crescido, impulsionada por tecnologia aberta e apoio do governo.
Embora os EUA ainda estejam à frente, empresas chinesas buscam investimentos para se aproximar da liderança americana.
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