O Comitê de Direitos Humanos da Câmara dos Lordes e da Câmara dos Comuns, em conjunto, pediu a criação de uma nova lei para abordar os riscos que a inteligência artificial (IA) representa para os direitos humanos.
Riscos identificados
A relatoria destaca que a IA já foi responsável por diversos abusos de direitos humanos, como a criação de imagens sexualizadas de mulheres e meninas e o escaneamento facial sem consentimento.
O comitê defende a criação de uma entidade independente de supervisão da IA, além de propor um regime regulatório que classifique diferentes níveis de risco e estabeleça obrigações mais exigentes para sistemas e modelos de maior risco.
Reações e preocupações
Um representante da empresa de IA Anthropic sugeriu a implementação de regulamentações globais e de monitoramento independente durante o desenvolvimento dessas tecnologias. Outros executivos de empresas de IA concordaram com a necessidade de um ritmo mais lento no desenvolvimento.
Os membros do comitê destacam que a IA está avançando com tanta velocidade que é difícil prever seus impactos, o que justifica a necessidade de preparação adicional.
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