'Não podia deixar ninguém morrer', diz piloto esfaqueado em voo da FlyDubai O copiloto que esfaqueou o comandante de um voo da FlyDubai já havia sido proibido de pilotar em Omã, revelou o jornal Wall Street Journal nesta sexta-feira (2). A proibição foi determinada após autoridades do país identificarem uma possível radicalização ideológica. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Mesmo após a restrição, o piloto foi contratado pela FlyDubai e passou a operar, entre outras rotas, o voo que liga os Emirados Árabes a Israel.

As informações foram obtidas pelo jornal com pessoas familiarizadas com o caso. Segundo o Wall Street Journal, não está claro se as autoridades de Omã comunicaram a outros países ou companhias aéreas as preocupações sobre o piloto. Também não se sabe que tipo de radicalização teria motivado a proibição.

▶️ A FlyDubai e o governo de Omã não responderam aos pedidos de comentário feitos pelo jornal. Avião da FlyDubai com passageiros que estavam em aeronave alvo de ataque se aproxima do aeroporto de Tel Aviv, em 30 de setembro de 2026 Ammar Awad/Reuters O caso aconteceu durante um voo da FlyDubai que seguia de Dubai para Tel Aviv, na quarta-feira (30). Ao todo, 174 pessoas estavam a bordo do avião.

O voo chegou a despencar cerca de 4.300 metros em 30 segundos. Quando a aeronave já estava próximo de Israel e sobrevoava a Jordânia, o copiloto esfaqueou o piloto. Segundo as autoridades israelenses, o agressor tentou tomar o controle do avião e queria derrubá-lo.