A China detém uma posição dominante no mercado de rares-metálicos, o que tem exposto a economia civil norte-americana a uma dependência significativa dessas matérias-primas. Segundo estudos, a economia dos EUA está diretamente exposta a interrupções na cadeia de suprimento desses metais, que são essenciais para diversos setores.

O Departamento de Defesa dos EUA já implementou regras de fornecimento para 2027, visando eliminar a origem chinesa dos magnéticos permanentes, mas a economia civil ainda depende fortemente dessas matérias-primas.

Alternativas em Desenvolvimento

Entre as iniciativas para suprir essa demanda, a empresa REalloys está construindo o maior complexo de processamento de rares-metálicos fora da China. A empresa firmou acordos com diversas partes para garantir acesso a fontes de rares-metálicos, incluindo o Projeto Tanbreez na Groenlândia e parcerias em países aliados.

Em junho, a REalloys recebeu um investimento de cerca de $100 milhões para acelerar a construção de suas instalações comerciais, além de estar em negociações exclusivas com o Exército dos EUA para instalar processos de rares-metálicos em uma instalação militar.