O avanço acelerado da inteligência artificial (IA) desde o lançamento do ChatGPT em 2022 trouxe à tona preocupações sobre os riscos e possibilidades futuras dessa tecnologia.

A IA não tem vontade própria

Edney Souza, professor da ESPM e especialista em tecnologia e inovação, afirma que a IA não possui vontade própria. ‘Tudo que parece comportamento estranho ou mentira é uma ideia emprestada da própria base de treinamento’, explica.

A superação da inteligência humana

A IA já superou o desempenho humano em tarefas que não dependem de emoção, conforme destaca Edney Souza. No entanto, a definição de inteligência é complexa e a tecnologia ainda não passa de um sistema que aprende padrões e processa dados rapidamente.