Um estudo liderado pela Universidade de Maryland, publicado na revista Nature Astronomy, simulou colisões cósmicas para entender se elas afetam a presença de oceanos líquidos em luas congeladas.

Impactos cósmicos não eliminam oceanos

A pesquisa, conduzida pelo autor principal Marc Neveu, descobriu que mesmo as maiores colisões não alteram fundamentalmente a capacidade dessas luas de abrigar oceanos. Se houver um oceano antes, provavelmente haverá após a colisão e vice-versa.

O papel da tamanho na formação pós-collisional

A análise mostrou que o tamanho das luas desempenha um papel maior do que se esperava nas consequências das colisões. Em luas maiores, a energia das colisões gera calor adicional que pode fortalecer um oceano existente por bilhões de anos. Em luas menores, a história muda, pois a camada exterior de gelo e rocha, que funciona como isolante térmico, é danificada.