Vários líderes políticos da União Europeia (UE) condenaram um ataque de drone russo contra um trem perto da fronteira entre Ucrânia e Polônia, chamando para um apoio mais firme à Ucrânia.

Liderança europeia unida

A chefe da política externa da UE, Kaja Kallas, afirmou que o ataque era 'claramente um esforço para intimidar países ocidentais e afastá-los da Ucrânia'. Ela defendeu a união europeia e disse que a UE deve mostrar que está ao lado da Ucrânia.

O primeiro-ministro finlandês, Petteri Orpo, pediu mais apoio à capital ucraniana e medidas mais severas contra Moscou. O presidente lituano, Gitanas Nauseda, alertou que o objetivo de Moscou é 'testar a lei e o estilo de vida' dos europeus.

Alerta de escalada

O ministro das Relações Exteriores francês, Jean-Noel Barrot, advertiu que o ataque mostra a 'agressividade crescente' da Rússia e que ela está 'dividindo' os europeus.

O ministro das Relações Exteriores alemão, Boris Pistorius, pediu cautela, mas enfatizou a necessidade de não serem 'forçados a uma escalada'. O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, afirmou que o ataque russo fortalecerá o apoio à Ucrânia.