O mercado de armazenamento de energia nos Estados Unidos está registrando um crescimento acelerado, com a capacidade de fornecer energia mais confiável e reduzir emissões de carbono. No entanto, essa expansão está ocorrendo com o auxílio de baterias chinesas, o que levanta questões sobre a dependência de uma única fonte.
A administração Trump, em agosto de 2022, declarou uma emergência nacional que proibiu o uso de baterias chinesas em sistemas de armazenamento de energia de grande escala.
Há uma discussão sobre a importância de aproveitar tecnologias baratas e disponíveis versus a necessidade de desenvolver indústrias locais, mesmo que isso signifique um custo maior. Em 2022, o governo dos EUA introduziu restrições nas taxas de incentivo para baterias, limitando onde minerais podem ser extraídos, processados ou reciclados, além da localização de montagem.
A partir de 2026, 55% dos custos dos materiais usados em novos projetos de armazenamento de energia devem vir de fora de países restritos, caso contrário, esses projetos não qualificarão para incentivos fiscais. Além disso, tarifas sobre importações de baterias aumentaram para 25% em janeiro.
A nova ordem executiva de agosto de 2026 proíbe a instalação de equipamentos elétricos de sistemas de armazenamento de energia em larga escala que possam representar riscos à segurança nacional, incluindo baterias de armazenamento de energia, inversores e transformadores.
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