Na terça-feira (15), Mark Zuckerberg, CEO da Meta, rejeitou os pedidos para pausar ou desacelerar o avanço da inteligência artificial (IA). Para ele, as regras do próprio mercado e o risco de processos na Justiça são as melhores proteções contra os perigos dessa tecnologia.
Desafios e preocupações
O receio em relação à IA cresceu nas últimas semanas por causa de falhas de segurança e da nova habilidade desses sistemas de se aprimorarem sozinhos, sem qualquer interferência humana.
Zuckerberg defendeu que os laboratórios têm um forte incentivo natural para tornar seus modelos mais alinhados, evitando que agentes sejam desalinhados com as expectativas das pessoas.
Fiscalização do setor
A discussão agora envolve a capacidade do setor se fiscalizar. Empresas como OpenAI, Anthropic e Google avaliam criar um grupo conjunto para definir regras para o setor.
Em contrapartida, Zuckerberg afirmou que a ameaça de ações judiciais já obriga os laboratórios a atuar de maneira responsável. Ele citou como exemplo a decisão da Meta de adiar por vários meses o lançamento de seu sistema Muse AI, para reforçar seus mecanismos de segurança e proteção.
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