O mercado brasileiro de soja teve mais um dia de poucas novidades nesta quarta-feira (16), com liquidez reduzida e negociações restritas às necessidades imediatas. O analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, destaca que os produtores estão atentos à janela de plantio da nova safra e às condições climáticas.

Soja em Chicago

Nas sessões de negociação na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja fecharam com preços mais altos para grão e farelo, e cotações mais baixas para óleo. O grão mostrou bastante volatilidade durante o dia, oscilando entre os territórios positivo e negativo.

O sentimento de que o mercado está sobrecomprado, o andamento da colheita nos Estados Unidos e a trégua nas compras por parte da China atuaram como fatores de pressão. Nos últimos negócios, porém, preponderaram as expectativas de novas aquisições chinesas antes de uma reunião entre os presidentes Xi Jinping e Donald Trump, que ocorre na próxima semana.

Amanhã, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulga o relatório semanal das exportações do país. Para a soja em grão, analistas esperam vendas líquidas entre 900 mil e 2,4 milhões de toneladas.