Os pesquisadores da Oregon State University, liderados por Alex Roseborough e May Nyman, criaram um processo de separação de metais baseado em água que promete ser cinco vezes mais eficiente que os métodos tradicionais.

A técnica, descrita no Journal of the American Chemical Society, usa uma solução aquosa combinada com ligantes e um químico comum, permitindo a precipitação de íons hafnium com maior precisão.

Impacto ambiental e econômico

O método evita o uso de solventes tóxicos, reduzindo significativamente a poluição e economizando recursos. Atualmente, apenas duas fábricas nos Estados Unidos são capazes de realizar essa separação em escala industrial, utilizando milhões de libras de solventes flammáveis anualmente.

Avanço tecnológico

A nova técnica supera a separação padrão do setor, que tem um fator de separação entre seis e sete, alcançando um valor de 33. Isso significa que a precisão na separação é muito superior ao que já existe no mercado.