Uma pesquisa recente da Universidade de Queensland destaca a importância da cooperação internacional na conservação de espécies de tubarões e raias.
Rotas migratórias e ameaças
O estudo, publicado na revista Conservation Biology, analisou 30 anos de dados sobre rastreamento por satélite, estudos acústicos e recaptura de marcas para mapear as rotas migratórias dessas espécies em águas australianas e vizinhas.
Os pesquisadores identificaram 29 espécies que atravessam fronteiras internacionais, incluindo tubarões-baleia, tubarões azuis, tubarões-macho-curto, tubarões-escolha e tubarões-brancos. Alguns viajam até países como África do Sul, Nova Zelândia, Indonésia e Micronésia.
Essas longas jornadas expõem os tubarões e raias a ameaças em diversos países e regiões políticas.
Dados insuficientes e desafios
De acordo com o estudo, 18 das 29 espécies listadas pela Convenção sobre a Conservação de Espécies Migratórias (CMS) têm poucos ou nenhum registro de movimento publicado.
Isso demonstra a necessidade de mais estudos e cooperação entre países para proteger essas espécies migratórias.
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