O lançamento de um programa Medicare que utiliza inteligência artificial (IA) para aprovar ou negar cuidados foi hasty e cheio de problemas, conforme revelado por mais de mil páginas de documentos e dados recentemente liberados.

Ao longo de seu período piloto, chamado de Modelo de Redução de Serviços Ineficientes e Inapropriados (WISeR), os provedores de saúde precisavam buscar aprovação antes de fornecer certos procedimentos e produtos, como substitutos de pele e injetáveis epidurais para gerenciamento de dor. O experimento está sendo realizado em seis estados dos EUA - Nova Jersey, Ohio, Oklahoma, Texas, Arizona e Washington - e deve durar até 2031.

Entre outros problemas, documentos obtidos pela Electronic Frontier Foundation através de uma ação judicial por lei de acesso à informação mostram que um fornecedor de WISeR alertou o Serviço Central de Medicare e Assistência Estadual sobre a realidade de esperar um produto funcional em um prazo tão curto.