Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) em atos de campanha. Reuters Na última semana antes do segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25), as campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) apostam nos debates e na mobilização nas ruas, principalmente nos estados do Sudeste, que concentram os maiores colégios eleitorais do país, para conquistar votos na reta final da disputa. Enquanto o petista pretende explorar medidas de apelo popular para tentar reverter a vantagem de Flávio, que recebeu mais votos no primeiro turno, o senador prepara uma ofensiva para rebater os ataques do adversário e intensificar a divulgação de suas propostas e reforçar que manterá programas sociais.
A pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira (15) mostrou Flávio com 47% das intenções de voto e Lula com 45%, em situação de empate técnico. O levantamento da Quaest, divulgado na quarta-feira (14), também apontou empate técnico: 46% para o candidato do PL e 44% para o presidente. Diante desse cenário, a campanha de Lula avalia que há espaço para uma virada.
Já os aliados de Flávio Bolsonaro, embora confiantes na vitória, reconhecem a necessidade de intensificar a mobilização para assegurar a vantagem. Flávio Bolsonaro prepara respostas e divulgação de propostas O candidato à presidência do Brasil, Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal (PL), faz campanha no bairro do Sarandí, uma das áreas mais atingidas pelas enchentes históricas de 2024, em Porto Alegre, Brasil, em 14 de outubro de 2026 REUTERS/Diego Vara Na campanha de Flávio Bolsonaro, integrantes da equipe ouvidos pelo g1 afirmam que o senador pretende intensificar as respostas aos ataques de Lula e explorar nas redes sociais trechos dos debates entre os dois candidatos previstos para a reta final da disputa.
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