Rock in Rio 2026 conta com serviços de acessibilidade para cegos e surdos O Rock in Rio 2026 contará com uma série de recursos de acessibilidade voltados ao público de pessoas com deficiência visual, auditiva e com autismo. As iniciativas incluem audiodescrição, interpretação em Libras, experiências táteis para percepção da música, kits sensoriais e uma sala preparada para acolher visitantes em situações de sobrecarga sensorial. A operação destinada às pessoas cegas e surdas é coordenada por uma empresa especializada em acessibilidade cultural e audiovisual que atua no festival desde 2018.
📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Confira mais informações sobre o Rock in Rio Para o público com deficiência visual, o festival disponibilizará audiodescrição nos palcos Mundo, Sunset e Favela. Os interessados devem procurar a Central de Acessibilidade para receber uma pulseira que garante acesso ao serviço. “As pessoas recebem um radinho e, por meio dele, acompanham a descrição do que acontece no palco.
Quantos cantores há, o que estão fazendo. A cada show, eles falam tudo o que está acontecendo”, explica Ana Motta, CEO da All Dub. Os profissionais responsáveis pela audiodescrição narram elementos visuais da apresentação, como entrada dos artistas, figurinos, cenários, iluminação, efeitos especiais e movimentação dos músicos.
O objetivo é permitir que pessoas que não enxergam ou tem baixa visão acompanhem aspectos do espetáculo que normalmente dependem da observação visual.
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