O penúltimo show no Brasil do Sepultura aconteceu neste sábado (5), no Palco Mundo, do Rock in Rio, e teve um clima diferente. Não pelo tom de despedida. E nem pela empolgação dos fãs.

No entanto, por ser uma apresentação focada apenas na era ‘Derrick Green’ – ou seja, nos álbuns a partir de 1998, quando o vocalista assumiu o posto de Max Cavalera. O artista deixou o grupo em 1996 após muitas divergências.

Repertório específico

Com a escolha pontual, ficaram de fora hits de álbuns emblemáticos do grupo, como Chaos A.D. (1993) e Roots (1996), que colocaram a banda no cenário mundial. Assim, faixas icônicas que fazem parte da história do grupo – e também do setlist da turnê de despedida, como ‘Roots Bloody Roots’, ‘Ratamahatta’, ‘Arise’, ‘Territory’ e ‘Attitude’, não foram apresentadas.

A banda ainda fez a estreia da 'Sacred Books' nos palcos. Entraram no setlist 'What I Do!', 'Choke' e 'Means to an End'.

Bateria jovem e diversão garantida

Para além da parte de repertório, a banda se divertiu bastante no palco. A empolgação do jovem baterista americano Greyson Nekrutman, de 24 anos, chama a atenção, mesmo entrando na banda em sua fase derradeira. Andreas já havia comentado que ‘esta talvez seja a melhor turnê’ e que estava rolando ‘melhor do que eles imaginavam’. E repetiu esse clima no palco.