Neste domingo (13), os suecos comparecerão às urnas para eleições gerais que prometem ser acirradas. Após uma campanha dominada por questões econômicas e imigração, o resultado pode ser decidido por uma margem estreita.
A campanha foi influenciada por uma população mais empobrecida e um contexto de segurança tenso. As pesquisas indicam que o bloco de esquerda e centro tem quase 50% das intenções de voto, enquanto as quatro legendas de direita têm 47%.
O primeiro-ministro Ulf Kristersson, apoiado pelo partido anti-imigração Democratas da Suécia (SD), prometeu continuar com a política de combate à criminalidade e endurecer as medidas na área de imigração. No entanto, seu lema enfrenta dificuldades para gerar o mesmo entusiasmo atualmente.
A esquerda anunciou a intenção de aumentar impostos sobre os bancos e rendas mais elevadas para investir em saúde e educação, além de uma proposta de apoio financeiro às famílias. A líder dos social-democratas, Magdalena Andersson, defende a necessidade de melhorar o sistema de saúde e a proteção social.
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