Na última semana, muitos ucranianos e europeus expressaram preocupação com as decisões recentes do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em relação à Rússia. Trump anunciou um acordo para comprar diesel russo, o que envolve um relaxamento temporário das sanções americanas contra Moscou, além de uma suposta 'cegueira energética' entre Ucrânia e Rússia.
Segundo Carlo Masala, especialista em segurança da Universidade de Munique, Trump parece mais interessado em questões internas e nas relações com a Rússia do que em apoiar a Ucrânia. Ele afirma que o presidente busca influenciar o resultado das eleições de meio mandato nos Estados Unidos através de um acordo com a Rússia.
A Ucrânia e outros países da União Europeia criticam o acordo, alegando que a Rússia usará os lucros obtidos com a venda de diesel para financiar sua guerra contra a Ucrânia. Mas Carlo Masala não vê benefícios militares concretos para a Rússia com esse acordo.
Os especialistas também alertam sobre possíveis consequências negativas para a Ucrânia se os Estados Unidos decidirem interromper a cooperação em inteligência ou bloquear o programa PURL, que envolve a aquisição de armas americanas pelos países europeus para a Ucrânia.
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