Em 3 de setembro de 2026, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, detalhou a estratégia para a próxima fase da guerra contra o Irã. Segundo ele, os iranianos tentaram reconstruir equipamentos de radar, mas foram atacados pelos americanos antes de completarem a tarefa.
Ataques regulares
No dia seguinte, forças americanas atacaram várias instalações iranianas, incluindo sistemas de defesa aérea, radares, ativos marítimos, capacidades de minagem e centros de comunicação, conforme informou o Comando Central dos EUA (CENTCOM).
A estratégia americana, conhecida como 'cortar a grama', envolve ataques regulares para evitar que o Irã reconsolide suas capacidades militares no Estreito de Ormuz. O objetivo é manter o nível de ameaça sob controle, cortando as capacidades inimigas sempre que elas crescem.
Riscos e desafios
Embora tenha havido alguns sucessos militares recentes, como a redução significativa das capacidades iranianas no Estreito de Ormuz e a remoção de minas, esses avanços são temporários. O Irã está recuperando ou adquirindo novos equipamentos de radar, posições antiaéreas e mísseis antieship.
A estratégia de 'cortar a grama' pode se tornar obsoleta se aplicada a um estado como o Irã, já que este possui características estatais e capacidades mais poderosas. Além disso, mesmo um inimigo significativamente enfraquecido pode impor custos substanciais aos Estados Unidos.
Comentários (0)
Entre ou cadastre-se para comentar.