Em 23 de novembro de 2026, Anitta apresentou ao público a segunda parte de seu projeto musical intitulado 'Equilibrivm II'. A nova fase surge após o sucesso do primeiro disco, lançado em abril do mesmo ano, que trouxe uma abordagem inovadora ao incorporar a espiritualidade em suas canções.

A cantora, que obteve uma recepção positiva de críticos e fãs com sua primeira parte, decidiu dar continuidade ao que havia sido bem recebido. 'Vocês amaram [o reggae no primeiro disco], então falei: "A gente precisa ter mais reggae"', afirmou Anitta em um vídeo onde detalha as faixas do novo álbum.

Um projeto audiovisual ambicioso

'Equilibrivm II' não se limita a ser apenas um álbum, mas sim uma extensão de um projeto mais amplo, que inclui um curta-metragem de 35 minutos. Este curta, elogiado pela crítica, apresenta uma rica colagem de elementos visuais e sonoros, explorando a relação da artista com sua identidade, carreira e fé. A visibilidade que Anitta dá à sua conexão com o candomblé é um aspecto admirável, especialmente considerando seu status como uma das maiores artistas pop do Brasil.

No entanto, no que diz respeito às músicas, 'Equilibrivm II' acaba se mostrando mais como uma trilha sonora de um projeto audiovisual do que um álbum coeso. A produção, feita em um curto espaço de tempo, reflete uma certa urgência em manter a conexão com o público, mas musicalmente, não atinge a profundidade do antecessor.

Contrastes entre música e visual

Enquanto o curta-metragem e os visuais do álbum são grandiosos, as canções em si apresentam uma qualidade que deixa a desejar. Entre os destaques do álbum, encontram-se a enérgica “Sal Grosso”, que mistura funk e dancehall com KBrum, e