Logotipo da Apple Reuters Uma empresa de tecnologia que obteve uma indenização de US$ 5,7 bilhões (R$ 28,82 bilhões) contra a Apple por violação de patente pediu à Justiça dos Estados Unidos que aumente o valor a ser pago pela fabricante do iPhone. A solicitação inclui compensação por vendas mais recentes de produtos e juros, o que pode elevar ainda mais a conta da companhia. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem?

Mande para o g1 Em setembro, um júri federal da Califórnia concedeu à Taction, empresa sediada em San Diego, a maior indenização por violação de patente já determinada nos EUA. Os jurados concluíram que a Apple usou sem autorização uma tecnologia patenteada de "feedback háptico" em iPhones e Apple Watches. 🔎 O feedback háptico é o recurso que faz o aparelho vibrar para dar uma resposta física ao usuário, como ao tocar na tela ou receber determinados alertas.

Agora no g1 Em um pedido apresentado na sexta-feira, a Taction argumentou que a indenização cobre apenas as vendas da Apple realizadas entre 2021 e o fim de março. Por isso, pediu que o tribunal também determine o pagamento de uma compensação pelas vendas dos seis meses seguintes. A empresa também solicitou juros anteriores ao julgamento, calculados pela taxa legal da Califórnia, de 7%.

Segundo a Taction, esse acréscimo representaria pelo menos centenas de milhões de dólares além dos US$ 5,7 bilhões (R$ 28,82 bilhões) fixados pelo júri. A companhia pediu ainda juros pelo período posterior à decisão judicial.