A assistida morte está novamente no centro das discussões parlamentares, após a morte de Elise Burns, de 52 anos, e Keith Williams, de 77 anos, ambos pacientes terminais que lutaram pela legalização do direito de morrer com dignidade.

Lei volta à Câmara

A proposta, reintroduzida pela deputada Lauren Edwards, do Partido Trabalhista, será debatida novamente na Câmara dos Comuns em 11 de setembro. Andy Burnham já anunciou que não votará para evitar influenciar o emocional debate.

Família relata drama final

Sarah Burns, irmã de Elise, descreveu a experiência como 'absolutamente o pior pesadelo' da sua irmã. Elise, que trabalhava na indústria de publicações, havia se posicionado fortemente a favor da lei, dizendo aos senadores que 'olhassem-na nos olhos'. Ela faleceu em 22 de julho, sendo a segunda pessoa retratada em vídeos de Rankin a morrer, após o primeiro, Keith Williams, em 16 de junho.