Lindsay Clancy tomou 13 medicamentos ao longo de 30 prescrições diferentes durante os quatro meses antes de matar seus três filhos e tentar se matar. Seu caso expõe os riscos do sistema de saúde fragmentado nos Estados Unidos, onde cinco profissionais de saúde e dois hospitais forneceram conselhos conflitantes e não se comunicaram entre si.

Para americanos com seguros privados, como Clancy, esse tipo de cuidado fragmentado é comum. Os provedores estão isolados em suas próprias organizações, sem incentivo para compartilhar informações, e não há registros eletrônicos unificados para ver a totalidade do atendimento e dos medicamentos de um paciente.

Expertos afirmam que se houvesse alguém responsável por supervisionar todo o seu tratamento, talvez as coisas tivessem saído de forma diferente.