Nova Iorque, 1 de janeiro de 2022 - Em 2022, o Neil Gehrels Swift Observatory detectou uma explosão intensa de raios gama de uma galáxia distante. Após quatro anos de análise, um grupo de astrônomos liderado por Remo Ruffini propôs uma teoria complexa sobre o evento, conhecido como GRB 220101A.
Teoria detalhada
A teoria sugere que a explosão começou com a colapso do núcleo de uma estrela mais velha, que havia se transformado em carbono e oxigênio através de reações nucleares. Quando essa mistura explodiu, um campo de elétrons e positrões acelerados foi liberado, formando o que os astrônomos chamam de 'HB supernova' em homenagem ao físico Homi Bhabha. Este campo então colidiu com uma estrela branca próxima, causando sua colapso e transformação em um nebuloso. A colapso desta estrela branca gerou uma segunda explosão de supernova 3,5 segundos depois da primeira.
A segunda explosão atingiu outra estrela próxima, também um nebuloso, resultando em uma explosão ainda mais brilhante antes da estrela se transformar em um buraco negro. Material rápido continuou caindo sobre o novo nebuloso, fazendo-o girar cada vez mais rápido até se tornar um pulsar, uma estrela cuja rotação rápida e campo magnético produzem raios de luz regulares.
Critica dos especialistas
Outros astrônomos são mais cautelosos. Ryan Ridden, da Universidade de Canberga, afirma que a teoria de Ruffini et al. é fascinante, mas requer evidências extraordinárias para ser aceita. Ele argumenta que as observações disponíveis para GRB 220101A não confirmam definitivamente a nova teoria e podem ser explicadas por uma história simples envolvendo apenas um buraco negro.
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