Equipes de resgate retiram um civil feriado de um prédio residencial após ataque aéreo russo. Serviço de Emergência da Ucrânia via AP Um ataque russo contra uma escola que servia de distribuição de ajuda humanitária no sul da Ucrânia deixou 31 mortos e ao menos 50 desaparecidos. O bombardeio aconteceu na segunda-feira (2), na vila de Komyushuvakha, na região de Zaporizhzhia.
Nesta terça-feira (3), as equipes de resgate continuam as buscas entre os escombros de uma instalação que também funcionava como abrigo. Dezenas de socorristas e voluntários trabalham no local na tentativa de encontrar sobreviventes. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Apesar dos esforços, mais corpos foram retirados dos destroços e transportados envoltos em lençóis plásticos brancos.
"A dimensão da tragédia é assustadora", escreveu Mykhailo Semikin, chefe interino da administração militar da região, em uma publicação nas redes sociais. "Esta é uma das piores tragédias em número de vítimas civis em nossa região desde o início da guerra em grande escala", acrescentou. VEJA TAMBÉM: Agora no g1 O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, repudiou os ataques em suas redes sociais e também em um pronunciamento em vídeo.
De acordo com Zelensky, a região teria sido atingida várias vezes por bombas aéreas. "Os ataques tiveram como alvo uma escola utilizada para fins humanitários: era lá que as pessoas recebiam ajuda humanitária. Após o primeiro bombardeio, houve um segundo ataque, com mais nove bombas, que atingiu especificamente o abrigo onde as pessoas haviam buscado proteção", afirmou.
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