Ceará registra 191 casos de trabalho infantil neste ano O número de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil no Brasil caiu para 1,499 milhão em 2025, uma redução de 9,2% em relação ao ano anterior. São o menor número e a menor proporção já registrados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), desde o início da série histórica, em 2016. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem?

Mande para o g1 Naquele ano, o país tinha 2,1 milhões de crianças e adolescentes nessa situação, o equivalente a 5,2% da população dessa faixa etária. Em 2025, a proporção recuou para 4%. Isso representa cerca de 151 mil crianças e adolescentes a menos no trabalho infantil.

PNAD trabalho infantil do IBGE g1 A queda não significa que o problema esteja resolvido. Mais de um terço dos que realizavam atividades econômicas, cerca de 525 mil pessoas, trabalhava nas chamadas piores formas de trabalho infantil, que envolvem atividades capazes de comprometer a saúde, a segurança e o desenvolvimento. 🔍 O IBGE considera em situação de trabalho infantil crianças e adolescentes de 5 a 17 anos que realizam atividades econômicas ou produzem bens para o próprio consumo, conforme os critérios da pesquisa.

A legislação brasileira proíbe qualquer trabalho antes dos 14 anos e permite a aprendizagem a partir dessa idade. Aos 16 e 17 anos, o trabalho é permitido, mas há restrições.