Antes de sua visita à Europa, o Primeiro Ministro canadense, Mark Carney, afirmou que buscava construir uma 'aliança única' com a União Europeia (UE). A Wall Street Journal relatou que o Canadá está considerando se tornar um membro associado da UE, sem aspirar à integração total.

No discurso sobre o Estado da União, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, indicou que a UE está aberta a tal parceria ampliada. Ela enfatizou que a liberdade de escolha das democracias deve ser garantida.

Áreas de colaboração

A parceria proposta pela UE incluiria diversos campos, como produção avançada, tecnologia, defesa, Ártico, energia, minerais críticos, baterias, inteligência artificial, computação quântica, segurança cibernética e segurança econômica.

Rotas para cooperação

A UE já negociou acordos de associação com países como Turquia, Israel e Ucrânia, cada um com objetivos diferentes e potencialmente como passo inicial para a integração total.

Um especialista em relações internacionais, Patrick Leblond, alerta para cautela ao usar o termo 'acordo de associação'. Ele considera improvável que o Canadá adote leis europeias ou participe integralmente do mercado único ou união aduaneira da UE.

Leblond sugere que Carney busca uma forma de aliança que aprofunde a cooperação em questões de segurança econômica e defesa.