Aberto há sete anos para investigar ataques e notícias falsas contra o Supremo Tribunal Federal (STF), o inquérito das fake news acumulou decisões que ampliaram seu alcance e geraram controvérsias.
Polêmicas decisões
Em 2019, Moraes determinou a retirada de uma reportagem da revista Crusoé, gerando forte reação de entidades de imprensa e juristas. A decisão foi revogada dias depois, mas é frequentemente citada como um dos momentos mais controversos do inquérito.
A investigação também foi usada para bloquear contas de influenciadores em redes sociais, realizar buscas e apreensões, e quebras de sigilo.
Casos emblemáticos
Entre os casos mais conhecidos está a prisão do deputado Daniel Silveira em 2021, após divulgar ameaças a ministros do STF. Outro caso relevante foi a investigação contra o jornalista Luís Pablo, que publicou reportagens sobre supostas irregularidades envolvendo o ministro Flávio Dino.
O inquérito também levou à investigação do Partido da Causa Operária (PCO) após a publicação de críticas contra ministros do STF.
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