Deepfakes estão cada vez mais difíceis de detectar, alertam especialistas da OpenAI e Meta. Especialistas em tecnologia da OpenAI e da Meta alertaram nesta quinta-feira (15) que os vídeos e áudios falsificados por inteligência artificial (IA), conhecidos como deepfakes, estão cada vez mais difíceis de distinguir de conteúdos autênticos.
O avanço da tecnologia pode dificultar a verificação de provas apresentadas em julgamentos nos Estados Unidos. Especialistas afirmam que as imagens geradas por IA estão ficando cada vez melhores, e não acreditam que haja, no futuro, uma maneira científica de detectá-las.
Ao discutirem como lidar com os riscos de materiais falsificados por IA nos tribunais, o Comitê Consultivo sobre Regras de Provas da Conferência Judicial dos EUA já debate o tema há três anos. Apesar da preocupação, ainda há poucos registros de casos do tipo nos tribunais americanos.
Novas leis exigem o uso de marcas-d'água para ajudar a identificar materiais falsificados por IA, como nas Califormia e na União Europeia. No entanto, especialistas alertam que não existe um método universal capaz de identificar com segurança todas essas marcas ou confirmar a autenticidade de um conteúdo visual.
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