A conjuntura global que o próximo presidente do Brasil vai encontrar, daqui alguns meses, será muito mais complexa do que a de hoje.

Impactos geopolíticos

Para além de possíveis alinhamentos internacionais 'automáticos', a geopolítica atravessará mudanças profundas já no ano que vem. As eleições legislativas dos Estados Unidos, as presidenciais na França e na Argentina, e a eleição parlamentar na Espanha são alguns dos eventos que vão influenciar o cenário.

Os analistas acreditam que o próximo presidente terá três grandes desafios: reconstruir a relação com os Estados Unidos, encontrar uma posição pacífica na competição entre Washington e Pequim, e reorganizar a coordenação política e econômica em uma América do Sul fragmentada.