A erupção vulcânica Kikai-Akahoya, que ocorreu há cerca de 7.300 anos no Japão, causou devastação em comunidades pré-históricas, mas seus efeitos subsequentes foram mais complexos do que se supunha.
Impacto devastador
A erupção, que explodiu sob o mar, gerou terremotos poderosos e tsunamis enormes, cobrindo o território com metros de cinzas vulcânicas. Para décadas, os arqueólogos discutiram sobre o destino das populações próximas ao epicentro, com teorias que variavam desde a extinção total até a sobrevivência de algumas comunidades.
Adaptação e crescimento
O novo estudo, liderado pela Universidade de Lund, indica que nem todas as populações sofreram declínio após a erupção. Em algumas áreas, os sobreviventes migraram, formaram novas relações sociais e criaram novas formas econômicas, permitindo o crescimento populacional.
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