A Eiffel Tower foi fechada na segunda-feira após funcionários entrarem em greve em protesto contra a remoção de mulheres de suas posições de trabalho durante a visita de um grupo religioso.
Segundo a representante do sindicato Diane Davoine, cerca de 100 pessoas ligadas ao grupo Bochasanwasi Akshar Purushottam Swaminarayan Sanstha (BAPS) visitaram o monumento no sábado. As mulheres foram solicitadas a deixar suas posições para permitir que homens ocupassem elas.
Davinou afirmou que isso gerou tensões entre os funcionários, especialmente entre as mulheres, que se sentiram humilhadas. Elas decidiram se reunir para iniciar um diálogo com a administração e garantir que tal tratamento não se repita.
A administração da Eiffel Tower, a Sociedade de Exploração da Torre Eiffel (SETE), confirmou que o grupo pediu a organização da visita para minimizar as interações com mulheres, mas declarou que isso não está alinhado com seus valores e princípios de igualdade entre homens e mulheres.
O presidente da SETE, Ariel Weil, reafirmou o compromisso da torre com os valores republicanos e a igualdade entre homens e mulheres.
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