O estudo controverso sobre vacinação de recém-nascidos em Guiné-Bissau, patrocinado pelos Estados Unidos, foi interrompido, conforme anunciado pelo pesquisador Frederik Schaltz-Buchholzer.

Contextualização

A pesquisa pretendia ser financiada com US$ 1,6 milhão pelo CDC dos EUA, além de outros parceiros privados. O governo de Guiné-Bissau agora controla as vacinas dos pesquisadores, que foram apreendidas nas instalações do projeto Bandim Health Project.

Os pesquisadores argumentavam que a vacinação com live vaccines poderia ter benefícios além da prevenção de doenças, mas outros especialistas criticaram a ética do estudo.

Reações e Recomendações

Paul Offit, especialista em vacinas, defendeu a imunização imediata dos bebês, dada a alta incidência de hepatite B no país. A Organização Mundial da Saúde recomenda que todas as crianças recebam a primeira dose da vacina contra hepatite B logo após o nascimento.