O Estados Unidos e o Irã trocaram ataques por primeira vez em semanas, após forças americanas atacarem dois lançadores de foguetes na ilha de Larak, no Estreito de Hormuz.

Ataques nos bastiões do Estreito

O primeiro ataque conhecido dos EUA sobre território iraniano desde julho último matou duas pessoas e feriu outras duas, segundo o Corpo Revolucionário do Exército Irânico (IRGC).

O comando central dos EUA (Centcom) afirmou que a ação foi 'limitada e precisa', após detectar preparação iraniana para lançar foguetes e depor minas no Estreito de Hormuz.

Respostas iranianas e negações

O Irã disse ter atacado bases militares dos EUA em Jordânia, com o exército jordaniano informando que interceptou oito misseis na madrugada de segunda-feira.

O governo do UAE negou que a base aérea Al-Minhad tenha sido alvo, dizendo que a informação é 'sem fundamento', embora confirmou ter interceptado um drone.

O Centcom descartou, horas depois, a afirmação do IRGC de que um supertanker teria atingido minas e incendiado ao navegar por uma rota não autorizada pelo Irã. A agência Tasnim publicou uma imagem aparentemente mostrando um navio em chamas, mas não identificou o veiculo nem o momento da foto.

O presidente iraniano Masoud Pezeshkian afirmou que o país não busca guerra, mas dará 'resposta decisiva' aos agressores. Trump disse em redes que os EUA 'vão atacar forte', e postou vídeos aparentemente geridos por inteligência artificial mostrando explosões em instalações de petróleo.