Homens e mulheres se preparam para participar de greves e protestos em todo o território francês, após cinco entidades sindicais organizarem uma mobilização nacional. A iniciativa teve início em setembro, quando estudantes reclamaram sobre condições e recursos insuficientes na educação, mas rapidamente se expandiu para incluir o movimento 'gilets jaunes' e trabalhadores em geral.
A expectativa é que entre 500 mil e 700 mil pessoas participe das manifestações, com centenas de milhares apenas na capital, Paris. O interior ministro Laurent Nuñez anunciou a mobilização de 70 mil policiais e gendarmes para garantir a ordem.
Objetivos e impacto
Os sindicatos exigem um aumento real do salário mínimo (Smic) e a proteção de serviços públicos. Além disso, pedem a reforma do sistema de admissão universitária, Parcoursup, e a importação de energia elétrica devido a interrupções nas usinas nucleares.
Dezenas de escolas e hospitais foram fechados na quinta-feira, enquanto trabalhadores pediram para paralisar a produção em refinerias de petróleo. O governo tentou aliviar a pressão ao reduzir o preço do combustível e prometer reformas educacionais.
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