Na quinta-feira, a França proibiu manifestações em diversas áreas de Paris, incluindo o Palácio do Eliseu, a Praça da Bastilha, ambas as casas do parlamento e áreas turísticas como o Museu do Louvre e as Avenidas Champs-Elysées. A medida foi anunciada após duas noites de calma relativa, mas a tensão persiste.

Contexto da crise

A crise começou com protestos estudantis contra altos custos e demandas por reformas educacionais, mas rapidamente se intensificou com ações violentas por parte de manifestantes mascarados. O ministro do Interior, Laurent Nunez, admitiu que o governo perdeu o controle da situação.

Polêmicas internacionais

Em meio à crise, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apontou 'migrantes, jihadistas e comunistas' como responsáveis pelas revoltas, enquanto o presidente francês, Emmanuel Macron, negou essas acusações, afirmando que as imagens da crise foram manipuladas.