Marseille enfrenta nova onda de instabilidade após protestos transformarem-se em desordem generalizada, com violência persistindo após noites de tumulto. A cidade, que viu alguns dos piores incidentes de violência no país no sábado, registrou mais danos e lojas roubadas.

Impacto na comunidade

Ao menos 500 estabelecimentos foram danificados e muitos saqueados. As autoridades fizeram 101 prisões, incluindo 25 crianças. A maioria dos feridos são policiais, com 118 agentes machucados, representando mais de um décimo das lesões nacionais.

As manifestações foram proibidas por oito horas na segunda-feira para evitar um terceiro dia consecutivo de desordem. No entanto, um curfew para menores de idade será implementado a partir da noite de terça-feira.

Opiniões sobre a violência

Estudantes e policiais divergem sobre a legitimidade da violência. Uma estudante de 18 anos relatou que a solidariedade inicial da manifestação foi seguida por terror quando lojistas começaram a ser atacados. Ela questiona se a violência é legítima para forçar mudanças políticas.

O secretário-geral da UN1TE, sindicato policial, descreveu a violência como ‘inédita’ e ‘inesperada’, citando relatos de saques em áreas centrais da cidade, incluindo La Canebière e o shopping Center Bourse.