Um novo estudo do World Economic Forum aponta que, se as disparidades na saúde feminina forem totalmente superadas, o crescimento da produtividade global poderia atingir US$ 1 trilhão por ano até 2040. No contexto norte-americano, isso corresponderia a uma recuperação de aproximadamente US$ 300 bilhões em produtividade perdida.

Desigualdades históricas na pesquisa

O avanço nas descobertas sobre saúde feminina é acompanhado por um histórico de negligência em investimentos científicos. Apesar da relevância do tema, pesquisas específicas para mulheres têm sido subestimadas ao longo dos anos.

Pressão do mercado como alternativa

Diante da crescente instabilidade nos financiamentos federais, alguns especialistas, acadêmicos e executivos estão apontando o lucro como um fator motivador para aumentar o investimento em saúde feminina. A ideia é que o retorno econômico pode justificar maior aporte público e privado.